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NOTÍCIA

Alimentação cardioprotetora: Estudantes aprendem sobre dietas para cardíacos

Publicado em: 05/10/2018 às 15:00

Em aula prática, seguindo receitas específicas, equipes elaboraram pratos e apresentaram para colegas e professores

O morango é um dos alimentos que entram na grade da dieta cardioprotetora
Momento de apresentação dos fundamentos teóricos sobre alimentação cardioprotetora
Momento de apresentação dos fundamentos teóricos sobre alimentação cardioprotetora
Momento de apresentação dos fundamentos teóricos sobre alimentação cardioprotetora
Alimentação cardioprotetora: pratos elaborados e apresentados pelas acadêmicas
Alimentação cardioprotetora: pratos elaborados e apresentados pelas acadêmicas
Alimentação cardioprotetora: pratos elaborados e apresentados pelas acadêmicas
Alimentação cardioprotetora: pratos elaborados e apresentados pelas acadêmicas
Alimentação cardioprotetora: pratos elaborados e apresentados pelas acadêmicas
Alimentação cardioprotetora: pratos elaborados e apresentados pelas acadêmicas
A alimentação cardioprotetora é separada em grupos representadas pelas cores da bandeira do Brasil
Professoras e acadêmicas do curso

Existe uma dieta ideal para o cardíaco, mas pesquisas apontam que a maioria desconhece a lista de alimentos que fazem bem ao coração. Esse assunto guiou o debate de uma aula prática realizada pelo curso de Nutrição da Universidade Paranaense – Unipar, Unidade de Umuarama (em 4/9).

Com o tema ‘Alimentação cardioprotetora brasileira’, a aula foi ministrada pela professora Dirlene Lima, da disciplina Nutrição em Saúde Pública, e reuniu acadêmicas do 3º ano na Clínica de Nutrição da Unipar.  

Segundo a professora, o assunto vem sendo fomentado pelo Ministério da Saúde para prevenir doenças cardiovasculares, que mata, no Brasil, cerca de 300 mil pessoas. Durante a aula, as futuras nutricionistas tiveram que apresentar fundamentos teóricos sobre o tema, que pesquisaram antecipadamente, e criar pratos com ingredientes que ajudam a proteger o coração.

A professora disse que o resultado dos trabalhos foi muito bom. Ela explica que esse estudo é importante para a formação das acadêmicas. “A alimentação cardioprotetora, como o nome diz, tem a função de cuidar de problemas cardiovasculares, mas qualquer pessoa que queira ter uma vida saudável pode aderir, pois só entram na dieta alimentos naturais e culturalmente do nosso país”, afirma.

A acadêmica Larissa Blasques aprovou a experiência. Ela diz que pôde assimilar muitas informações importantes: “Aprendemos sobre vários tipos de doenças e de alimentos que podem ser usados para tratá-las, também discutimos sobre os três grupos da alimentação cardioprotetora, que são o verde, amarelo e azul, entre tantos outros assuntos relacionados com melhoria de qualidade de vida”.

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