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NOTÍCIA

Direito participa da nova etapa do projeto Justiça e Cidadania se Aprende na Escola

Publicado em: 21/05/2018 às 15:00

Desta vez, o projeto foi levado ao Colégio Estadual São Cristóvão, no município de Manfrinópolis

Alunos receberam informações sobre o funcionamento da Justiça no Brasil

O Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), que possui convênio com o curso de Direito da Universidade Paranaense - Unipar, Unidade de Francisco Beltrão, realizou pelo terceiro ano consecutivo o projeto de extensão “Justiça e cidadania também se aprende na escola”.

Este projeto é executado pelos servidores do Cejusc, professores e acadêmicos do curso de Direito da Unipar e tem por finalidade o ensino de noções de justiça e cidadania aos alunos do 6° ano do ensino fundamental.

O projeto foi executado no Colégio Estadual São Cristóvão, no município de Manfrinópolis. De acordo com a professora Patrícia Fernandes Bega, os projetos realizados na universidade promovem um ensino diferenciado aos acadêmicos: “Com eles, vão além do conhecimento da praxe forense, vivenciado em outros projetos de extensão no Cejusc, como a participação dos alunos nas audiências de conciliação”.

Ela diz também que, neste projeto, “os alunos têm a oportunidade de participar da construção de uma sociedade mais justa e solidária, levando para os mais jovens os ensinamentos sobre justiça e cidadania”.

O projeto foi criado em 1992, na gestão do desembargador Francisco de Paula Xavier Neto. A ideia de elaborar uma cartilha surgiu da constatação, durante os trabalhos da Assembleia Nacional Constituinte, de que a maioria da população brasileira desconhecia as atribuições e o funcionamento do Poder Judiciário.

O professor Marcio Cristiano de Gois, coordenador do Projeto de Extensão Universitária, destaca que as noções de justiça e cidadania precisariam estar inseridas na grade curricular do ensino de todas as crianças e adolescentes brasileiros. “Além de representarem o futuro de nossa nação, eles desde já intensificam a multiplicação do conhecimento e a conscientização sobre direitos e obrigações”,  justifica.

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