Publicada em: 17/10/2014 às 10:26

Umuarama: Professor participa do Encontro Nacional de Ensino de Paisagismo

Em Vitória, o professor doutor Alexander Fabbri Hulsmeyer apresentou dois de seus trabalhos científicos

Professor Alex no Encontro Nacional de Ensino de Paisagismo

Professor Alex no Encontro Nacional de Ensino de Paisagismo

O professor doutor Alexander Fabbri Hulsmeyer, do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Paranaense – Unipar, Câmpus-Sede, participou do 12º Encontro Nacional de Ensino de Paisagismo em Escolas de Arquitetura e Urbanismo no Brasil (ENEPEA), realizado em Vitória/ES.

No evento, apresentou o artigo ‘A paisagem e os espaços livres: os objetos teórico e real da Arquitetura Paisagística’. “O artigo nasceu, durante a elaboração da minha tese de doutorado, da necessidade de contribuir para a definição das bases conceituais da chamada Arquitetura Paisagística ou Paisagismo, frequentemente confundida tanto com a jardinagem, como com o Urbanismo”, explica.

O trabalho apresenta a ‘paisagem’, comumente defendida como o objeto de intervenção do Paisagismo, como campo teórico de estudo, enquanto o projeto dos espaços livres, o campo prático. “Uma vez que a produção da paisagem não é produto de projetos, mas uma construção social, herança de processos ambientais e ecológicos, o termo ‘projeto da paisagem’ é uma figura de linguagem. Desta forma, a Arquitetura Paisagística, ou Paisagismo, se diferencia de outros campos disciplinares pela conjunção dos seus objetos teóricos e reais de trabalho”, reforça.

Em evento paralelo, o Colóquio QUAPA-SEL 2014, o professor Alex Fabbri Hulsmeyer, que faz parte também da rede nacional de pesquisa em Paisagismo, QUAPÁ-SEL, coordenada pela FAUUSP, apresentou o artigo ‘O Conceito de Sistema Estrutural de Espaços Livres: um estudo de caso em Umuarama-PR’. O estudo foi realizado com dados organizados com apoio de estudantes de Arquitetura e Urbanismo integrantes do PIC (Programa de Iniciação Científica) da Unipar.

“Um alerta que faço neste artigo é a falta de um plano de cidade que oriente os parâmetros de aprovação de novos loteamentos. Tem desperdiçado a oportunidade de se criar um sistema de espaços livres na cidade como originalmente concebido pela CMNP, por ocasião da implantação da cidade”, ressalta.

Para a participação dos eventos, o professor contou com o auxílio do PICD (Programa Institucional de Capacitação Docente) da Unipar.

Publicada em: 16/10/2014 às 17:04

Francisco Beltrão: Lideranças prestigiam inaugurações no Câmpus

Foram inaugurados vários espaços para o desenvolvimento de projetos de atendimento à comunidade

Professor Claudemir: “A cada passo dado, a Unipar se reafirma em sua trajetória, em Francisco Beltrão”

Professor Claudemir: “A cada passo dado, a Unipar se reafirma em sua trajetória, em Francisco Beltrão”

Francisco Beltrão recebeu a Universidade Paranaense em 2001. Começou com quatro cursos. Hoje, somando os de graduação com os de pós-graduação, o número de opções passa de trinta. A instalação dos cursos foi progressiva, assim como a construção dos novos espaços para aulas teóricas e práticas.

Semana passada, o diretor da Unidade, professor Claudemir José de Souza, conduziu evento de inauguração de vários espaços. Pessoas da comunidade foram convidadas para conhecer as realizações do ano.

Entre as mais expressivas estão os laboratórios de Engenharia Civil, a academia de ginástica do Complexo esportivo e clínicas do curso de Odontologia.

Também foram apresentados à comunidade os espaços onde vão funcionar importantes projetos de extensão universitária, como o Cemesp (Centro de Memórias do Sudoeste do Paraná) e o Centro de Apoio Empresarial, que une os projetos Ciape (Centro Integrado de Apoio a Projetos Empresariais), do curso de Administração, o CISI (Centro Integrado de Soluções em Informática), do curso de Sistemas de Informação, e o Naf (Núcleo de Apoio Financeiro), do curso de Ciências Contábeis.

Representando o Poder Executivo, o secretário de Assuntos Estratégicos de Francisco Beltrão, Gervásio Kramer, disse que a Unipar “foi o investimento mais glorioso que veio para o Sudoeste do Paraná”: “Nesta ocasião de inaugurações pudemos conferir de perto a grandiosidade da Unipar, ver o quanto cresceu e o quanto ainda tem capacidade de crescer, não só com objetivos de formar profissionais, mas, também, para colaborar no desenvolvimento da economia regional”.

“É muito progresso”, exclamou o vereador Alfonso Brusamarelo, que representou o Poder Legislativo na cerimônia. “Acompanho o trabalho da Unipar desde a instalação da Pedra Fundamental; é um trabalho sério e muito importante para nossa comunidade, principalmente pelos serviços sociais que oferece”, destacou.

Para o diretor, a Unidade ganha ainda mais projeção com estes investimentos: “Ampliando suas instalações e seu leque de projetos sociais, a Unipar em Francisco Beltrão dá um up em sua trajetória. Isso é importante para fortalecer ainda mais os laços da Instituição com a comunidade regional”.

Depois do ato inaugural, todos os convidados visitaram os espaços inaugurados, quando puderam conhecer os equipamentos modernos que cada um recebeu. “A Unipar não poupou investimentos para manter seu padrão, tão elogiado pelo capricho e arrojo”, explicou o diretor. “E faz isso também em retribuição ao apoio que recebe da comunidade beltronense”, emendou, agradecendo às lideranças presentes.

À noite, as inaugurações em foram comemoradas com a celebração de uma missa no Câmpus. O tempo colaborou e o momento dedicado à oração foi bem-sucedido. A missa foi celebrada pelo Bispo de Francisco Beltrão, Dom José Antônio Peruzzo, e atraiu professores, estudantes e várias pessoas que moram no entorno da Unipar. O Reitor da Unipar, Carlos Eduardo Garcia, e o diretor do Câmpus, professor Claudemir José de Souza, participaram. Uma banda de música religiosa da cidade ilustrou a celebração, organizada pelos integrantes do GOU (Grupo de Oração Universitário da Unipar).

Publicada em: 16/10/2014 às 14:54

Cascavel: Palestra promove reflexão sobre bullying e suas consequências

O evento foi organizado pela Cipa e envolveu colaboradores de diversos setores

As alunas Mayara e Priscila, com a orientadora Queli

As alunas Mayara e Priscila, com a orientadora Queli

Direcionada a integração e troca de conhecimentos entre os funcionários da Universidade Paranaense – Unipar, Unidade de Cascavel, a Cipa (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) promoveu mais uma palestra. As acadêmicas do curso de Psicologia, Mayara Silva e Priscila Rigotti, abordaram o tema ‘Bullying’. Logo na abertura, perguntaram quem já sofreu e quem já praticou o bullying.

O intuito foi refletir o que é brincadeira e o que é violência, pensando no sentimento que o ato desperta na vítima. Além de questionar qual a imagem que cada um está construindo no seu ambiente de trabalho. A proposta também foi diferenciar bullying e assédio moral. O primeiro acontece com mais visibilidade nas escolas e é caracterizado por ofensas individuais, de forma ampla e constante. O segundo se configura por agressões mais sutis, em âmbito individual e coletivo e, segundo o artigo 136A, do Novo Código Penal Brasileiro, assédio moral no trabalho é considerado crime.

As estudantes participam do projeto ‘Palestras’, que tem como orientadora a psicóloga Queli Pecini. Conforme explicam, o bullying acontece quando quem pratica tem mais poder do que quem sofre e se manifesta de várias formas: verbal, psicológica e moral, física e material, sexual, virtual ou ciberbullying. Entre as atitudes comuns em movimento de bullying, citaram os apelidos, atribuição de rótulos, atitude de ignorar o outro, ‘panelinhas’, gozação e outras práticas que levam à autoestima baixa, desprazer na escola, trabalho e lazer, agressões e outras consequências.

Também pontuaram quem são as pessoas alvos dos atos de bullying, geralmente as inseguras, quietas, de poucos amigos e retraídas; e quem são os praticantes, pessoas que gostam de ser admiradas. As testemunhas são consideradas àquelas pessoas que convivem e se calam, mediante o medo de se tornarem vítimas. “Para a testemunha gera um sentimento de insegurança e incômodo e alguns podem reagir negativamente, refletindo dentro de casa”, justificam.

Publicada em: 16/10/2014 às 10:13

Umuarama: Formandos de Enfermagem defendem Trabalho de Conclusão de Curso

Apesar do momento de tensão e nervosimo, nível de apresentações dos TCCs superaram expectativas

Estudante Marcos Ricardo Reina durante apresentação do seu TCC

Estudante Marcos Ricardo Reina durante apresentação do seu TCC

Por mais que tenha se preparado e dedicado tempo de sobra para a realização do seu TCC (Trabalho de Conclusão de Curso), a hora de ir para frente dos holofotes e apresentar o trabalho para a banca examinadora e ao público é um momento de tensão que preocupa muitos estudantes. Muitas vezes o grupo confia na qualidade do trabalho que fez ao longo do ano, mas sente insegurança por não saber ao certo o que vem pela frente nesse momento decisivo.

Para amenizar a tensão que aumenta com a proximidade da apresentação do TCC, preparação é fundamental. Em alguns casos, o orientador pode propor atividades para que o aluno ou o grupo tenha noção do que está por vir. Há até aqueles que preferem ensaiar antes da apresentação oficial. Recentemente, os 24 formandos do curso de Enfermagem da Universidade Paranaense – Unipar, Unidade de Umuarama, passaram por este momento tenso.

Um deles foi o Marcos Ricardo Reina. “Apesar do nervosismo, da preocupação em fazer uma boa apresentação, foi uma experiência gratificante, pois esse é um dos momentos mais esperados da graduação, ele finaliza todo o trabalho de quase cinco anos de dedicação aos estudos. E, quanto ao resultado, embora tenha me preparado, saiu melhor que imaginava”, diz o futuro enfermeiro.

“O TCC é uma fase decisiva para o aluno; é o momento de ele demonstar maturidade cientifica e acadêmica, demonstrando que está pronto para enfrentar os desafios do mercado de trabalho. No nosso curso, o nível de apresentação e do conteúdo dos trabalhos foi ótimo, superando todas as expectativas”, avalia a coordenadora do curso, professora Maristela Azevedo.

Publicada em: 14/10/2014 às 18:00

Cascavel: Projeto Dignidade com Estilo reúne mulheres da região

A proposta é compartilhar técnicas para transformar a roupa usada em uma peça nova, com foco na sustentabilidade

Em oficinas, as mulheres aprendem técnicas de tingimento, texturas e carimbos

Em oficinas, as mulheres aprendem técnicas de tingimento, texturas e carimbos

O curso de Design de Moda da Universidade Paranaense – Unipar realiza há 9 anos, na Unidade de Cascavel, o ‘Dignidade com Estilo’, projeto que reúne mulheres de toda a região, envolvidas em associações de artesãs, clubes de mães e Centros de Referência de Assistência Social. A ideia é o reaproveitamento de substratos têxteis, visando à sustentabilidade.

O projeto é coordenado pela professora Ana Paula Pini e acontece no Laboratório Têxtil da Unipar. Entre as técnicas compartilhadas estão tingimentos a frio e quente, tie dye (amarrar e tingir), texturização em tecidos e carimbo com vegetais formando estampas, entre outros processos. Além do grupo, as atividades foram levadas para um Centro de Convivência de Idosos de Cascavel.

A Adamop (Associação das Damas do Oeste do Paraná) é quem mobiliza essas multiplicadoras. A professora de artesanato, Rufina Eunice Ferreira, veio de Vera Cruz do Oeste e afirma ser importante o conhecimento de técnicas diferentes das habituais, para o enriquecimento profissional e das cidades: “É uma troca de experiências que permite ampliar o trabalho artístico no nosso município. Gostei do tingimento das camisetas, dessa ideia de reaproveitar, de transformar a roupa usada”.

Instrutora de artes há 18 anos, Maura da Silva também estava entusiasmada. Ela atua no Provopar de Foz do Iguaçu e afirma que compartilhar experiências e ver a realidade de outras cidades abre a mente. “É muito proveitoso, pois cada uma de nós tem sua peculiaridade. Também porque podemos pegar uma peça de roupa e dar outra cara, educando não com vistas para o consumismo, que é o mal do século”, argumenta.